Permitam-me que vos aduza sigilosa e indiscretamente a verdadeira historia desse grande clube lagarteime em sólido estatuto vai pra 10 anos.
Não vou azucrinar com a rotice de factos e datas, mas sim destapar o latejante cerne do espírito coquete e panilas deste dubiamente majéstico leon.
O que é o Sporting clube de Portugal? Convenhamos, desde já, que o rabicho clube é , na mais resoluta verdade, popular por ser a anti-materia do Benfica.
Morbidamente avesso às virtudes, sempre vincadas na real águia, desde virilidade, austeridade, abnegação e coragem, reuniu dissidências varias a este estilo de vida hômbrico e digno conseguindo juntar uma aficcionada chusma marginal de snobs empertigados, rabichos de ultimo grau, nazis, reclusos caucasianos, crianças mimadas e insurrectas sempre a causar a puta, donas de casa com vontade de encornar veneráveis benfiquistas como que a almejar estilhaçar destes a insigne aura padroeirada pela águia.
Não é por ventos de fortuna que hoje todos os pintas azeiteiros novos ricos com camisas sacoor xl cuma ratazana não aparentada com o Mickey estampada nas costas sejam deste famigerado clube de cus.
Pelo clube em si, vamos lá, gabe-se o nível não tão medíocre que ponha as claques a grunhir rabetamente versões adulteradas dos cânticos do glorioso, mas, quando ganharam o campeonato pela segunda vez em 3 anos no principio deste século, insuflaram meritosamente o peito de coragem para trazer à luz a corola das suas tendências mui mui afanchonadas com um álbum que dificilmente estaria ao alcance do talento paneleiralmente cru dos village people. O vocalista é afectadamente lírico, ainda que medíocre, sem piedade a exconjurar músicos intemporais como frank sinatra e os melodians, e imagina-se a carpir, como uma madalena ou um efeminado san tiago, nu com os pulsos cortados na banheira a declarar um amor impossível, de aturar, pelo cromaticamente ranhoso clube. Com versos tocantes como ‘...em toda a parte eu te amo, contigo eu quero dar a volta ao mundo, quero passar contigo todo o ano, todo o ano.’
E a populaça leonina, como rabichos leões cofiando a juba, ufanamente de suásticas tatuadas e carecas ao relento, bradam isto emotivamente cas palmas em posição de stop enquanto, pela sua parte, um palhaço gordo peleja com um bombo suspirando pelas ulteriores oportunidades de desancar pacíficos e inócuos benfiquistas de meia idade, acompanhados das suas famílias, acalentando a equipe e o futebol, munidos de cacetes e garrafas partidas como verdadeiros valentes dadores da peida.
O verdadeiro coup de grace, que na curva leonina seria naturalmente interpretado por cu de graça, deu-se com a aprochegancia do euro 2004 e a construção de estádios idóneos à competição, e logo a maçonaria mais afincada do alegre clube moveu as suas palhas para tornar o estádio de Alvalade na mais completa efígie faraónica à gloria da mais ancestral e venerada bichanice com o ostensivo nome de drag-queen papal, que mais aparenta um enorme balneário amosaicado com garridas cagadeiras, contrastando, no final da estrada, com o sóbrio e inegavelmente viril e humilde estádio da Luz, da Luz e não uma forte contracção de ‘Latrina dos cus’, cognome, aliás, ja patenteado.
No fim é gentalha insegura nutrida pelo medo de não serem calibre da verdadeira elite, isto é, do Benfica, que insurrectamente formou a sua própria elite – a do camuflado refugo. São cães de pundonor ferido que, desgraçado ponto de viragem das suas vidas, decidiram morder o dono.
segunda-feira, setembro 18, 2006
Cagari cagaró
Acorreram, de varios pontos da traqueia, tribos aguerridas de gosmas para escaramucear em plena praça bocal a fim de se sufrar a elite de que o Zezito iria laboriosamente compor portentoso escarro.
Cinzelou com calma a sua obra, abeirou marginais as excrecencias, podando o núcleo duro e engatilhou a nuca para a catapultagem. Procurou com indiscreta avidez alvo digno e calhou o projéctil desabeirado a escorrer relutante e desfigurada da forma aerodinâmica pela goteira de ibisco a clara, que não de amnio, era liquido septiotico. Do septo, vá.
Abrandou a passada a demorar o olhar como que a procurar no objectou que trouxe à luz se era mesmo (d)a cara do pai.
Sobressaltou-o um
- Que nojo, seu porco, infame, faça isso na sua casa! – e tal.
O Ciroulas, com o seu olho de lince da Malcata – que não seria necessariamente melhor se não tivesse extinto – identificou lestamente o estafermo como uma daquelas velhas tipo, facilmente identificáveis pelo aspecto obeso, de blusas geralmente garridas, óculos amplos e grossos, e cabelo relativamente curto encabrestado com litradas de laca de côr e, tal como as vacas gostam da sua marrada desprevenida em larga lezíria, teem o recreio infatigável de se meterem nos transportes públicos pela únicas razoes de acotovelar indiscriminadamente as chusmas com o pretexto de haver por ali um lugar à sua espera; ou colocarem-se empecilhamente junto às saídas com medo de falhar a sua paragem, ainda que faltem pra mais de dez.
- Desculpe, minha senhora, mas ...
Começa o Zé a tentar apaziguar a crua ira geriatra defendendo-se alegando a naturalidade da coisa e assegurando uma idêntica integridade do bravo ibisco de estrada e longevidade das capacidades fotossintéticas da folha em questão. Mas a velha intercede intimidando com o indicador a fazer peito de falange ensopada de artrose em ares de como quem sonda prostatas ou inspecta ovos nas galinhas,
- você não se atreva a responder, uma vez que tenho idade para ser sua mãe, ouviu ? dê-se ao respeito.
E ele deu. Anuiu e prosseguiu.
Acontece ca puta devia ser vizinha do Zé – a não ser que, muito legitimamente, ele a tenha confundido com outro dos 500 clones do distrito – e cruzou-se ca megera a passear 2 ridiculas criaturas que, a passo de vacilações tantas, classificou-as por fim como cães já a uma distancia imbativel. Um era um canichezeco descabelado, um joazito kleber sem tintas, portanto , grisalho , e outro devia ser um porta-chaves marca branca, ainda assim castanho, olhos esbugalhados, com o corpito arqueado e uma cara de esforço a formar conscienciosamente um espiralado e borbulhante sundae de caramelo a tingir uma calçada portuguesa que, no entender do ridículo canídeo, com o olhar conivente do parceiro, pecava no excesso de alvura.
Ora, o velho Ze, vejam, na passada e prontamente, convocou as ancestrais gosmas refugiadas nos recôndituras do seu ser e la burilou uma menor mas não menos digna escarreta que martelou oportunamente para longe, raspando de lado na ainda fumegante e cremosa poia.
- Ah!... era em cima!..
E sorriu com todos os 23 dentes para a consternada velha buscando aprovação.
Ganda malha ó Zé.
Cinzelou com calma a sua obra, abeirou marginais as excrecencias, podando o núcleo duro e engatilhou a nuca para a catapultagem. Procurou com indiscreta avidez alvo digno e calhou o projéctil desabeirado a escorrer relutante e desfigurada da forma aerodinâmica pela goteira de ibisco a clara, que não de amnio, era liquido septiotico. Do septo, vá.
Abrandou a passada a demorar o olhar como que a procurar no objectou que trouxe à luz se era mesmo (d)a cara do pai.
Sobressaltou-o um
- Que nojo, seu porco, infame, faça isso na sua casa! – e tal.
O Ciroulas, com o seu olho de lince da Malcata – que não seria necessariamente melhor se não tivesse extinto – identificou lestamente o estafermo como uma daquelas velhas tipo, facilmente identificáveis pelo aspecto obeso, de blusas geralmente garridas, óculos amplos e grossos, e cabelo relativamente curto encabrestado com litradas de laca de côr e, tal como as vacas gostam da sua marrada desprevenida em larga lezíria, teem o recreio infatigável de se meterem nos transportes públicos pela únicas razoes de acotovelar indiscriminadamente as chusmas com o pretexto de haver por ali um lugar à sua espera; ou colocarem-se empecilhamente junto às saídas com medo de falhar a sua paragem, ainda que faltem pra mais de dez.
- Desculpe, minha senhora, mas ...
Começa o Zé a tentar apaziguar a crua ira geriatra defendendo-se alegando a naturalidade da coisa e assegurando uma idêntica integridade do bravo ibisco de estrada e longevidade das capacidades fotossintéticas da folha em questão. Mas a velha intercede intimidando com o indicador a fazer peito de falange ensopada de artrose em ares de como quem sonda prostatas ou inspecta ovos nas galinhas,
- você não se atreva a responder, uma vez que tenho idade para ser sua mãe, ouviu ? dê-se ao respeito.
E ele deu. Anuiu e prosseguiu.
Acontece ca puta devia ser vizinha do Zé – a não ser que, muito legitimamente, ele a tenha confundido com outro dos 500 clones do distrito – e cruzou-se ca megera a passear 2 ridiculas criaturas que, a passo de vacilações tantas, classificou-as por fim como cães já a uma distancia imbativel. Um era um canichezeco descabelado, um joazito kleber sem tintas, portanto , grisalho , e outro devia ser um porta-chaves marca branca, ainda assim castanho, olhos esbugalhados, com o corpito arqueado e uma cara de esforço a formar conscienciosamente um espiralado e borbulhante sundae de caramelo a tingir uma calçada portuguesa que, no entender do ridículo canídeo, com o olhar conivente do parceiro, pecava no excesso de alvura.
Ora, o velho Ze, vejam, na passada e prontamente, convocou as ancestrais gosmas refugiadas nos recôndituras do seu ser e la burilou uma menor mas não menos digna escarreta que martelou oportunamente para longe, raspando de lado na ainda fumegante e cremosa poia.
- Ah!... era em cima!..
E sorriu com todos os 23 dentes para a consternada velha buscando aprovação.
Ganda malha ó Zé.
Flor e bela
Outro dia tava o Ciroulas a dolce farejar-os-dedos-depois-de-os-coçar nientemente no sofá em furioso e derrapante zapping quando dá de caras com uma personagem apropriadamente Tolkiénica que se chega à frente com o caralhado nome de Floribella.
Enton, de repto, pensou, de ele para ele
- Comias esta gaja, Zé ?!
Seguro, soltou a resposta em voz.
- Então nao...
Do céptico confim do seu ser a outra voz volveu, determinada a causar-lhe a puta,
- Ousarias tu, hã, de enchouriçar vilmente esta imberbe choramingas a relinchar com aquele impertinente tom de voz monocórdico, hã, como uma totó que grita para uma tabaqueira surda a pedir Evaxes finos e com abas, hã, que dança como uma epiléptica guaxinim de circo, pindérica que veste uma saia roubada ao enxoval de mesa da cantina pediátrica do Hellen Keller, hum, a calçar uns all-star 43 com a meia de lã a enrodilhar por fora – hã –
e de minuto a minuto dá uma piscarretaza de olho como um Jeová a curtir um AVC em pleno ano 2000, feliz pela confirmação subjectiva das escrituras com que toda a vida assediou as pessoas na rua a apregoar e constatar que esta – a vida – não fora desconchavamente debalde e incoerente ?
E o Zézito, por momentos atordoado, arrematou
- Ai não que não comia! ... Comia-la tu, se calhar!...
E acabou por rir, vendo que, de qualquer das formas, era ele que fazia a sandocha de banana.
Enton, de repto, pensou, de ele para ele
- Comias esta gaja, Zé ?!
Seguro, soltou a resposta em voz.
- Então nao...
Do céptico confim do seu ser a outra voz volveu, determinada a causar-lhe a puta,
- Ousarias tu, hã, de enchouriçar vilmente esta imberbe choramingas a relinchar com aquele impertinente tom de voz monocórdico, hã, como uma totó que grita para uma tabaqueira surda a pedir Evaxes finos e com abas, hã, que dança como uma epiléptica guaxinim de circo, pindérica que veste uma saia roubada ao enxoval de mesa da cantina pediátrica do Hellen Keller, hum, a calçar uns all-star 43 com a meia de lã a enrodilhar por fora – hã –
e de minuto a minuto dá uma piscarretaza de olho como um Jeová a curtir um AVC em pleno ano 2000, feliz pela confirmação subjectiva das escrituras com que toda a vida assediou as pessoas na rua a apregoar e constatar que esta – a vida – não fora desconchavamente debalde e incoerente ?
E o Zézito, por momentos atordoado, arrematou
- Ai não que não comia! ... Comia-la tu, se calhar!...
E acabou por rir, vendo que, de qualquer das formas, era ele que fazia a sandocha de banana.
Peugada de Vasco da Gama
O Zezito sempre gostou das chafaricas de proa amplas e acomodativas. Vem de pequenino. Nunca nutriu simpatia por gaiatas estreitas e frágeis. E mesmo as carnuras guarnidas tinham de prender o olhar, nada de peles lisas e incólumes, não, mas com estrias, aleatórias pisaduras, veias varicosas e casquinhas de laranja. Ora tudo isto, evidenciadas e populares coisas de mulher, são referencias, marcos e marcas acenantes ao olho mais caprichoso que incitam à tareia e à loucura.
Regozijando-se com o rolar fugaz da historia das suas preferências, o ciroulas Zé aparava uma inquieta peida telúrica – que estava a gostar de pensar que seria uma docazinha berbere ou indiana, tal a exótica tez pronunciada, ainda que nem resquícios de caril ou alecrim - na região abdominal gradualando um prazer parvo na vera essência sodorifera que soprava esparsa da cernácula zona rectal que o nosso amigo libertava aos 4 ventos afastando, como que um hercúleo Egas Moniz, as paredes mestras de uma carnuda e gulosa Lisboa sarracena.
Nestes regabofes quase pueris sistematizaram-se os vislumbres de uma tensa e argolastica anilha, acamando-lhe a ideia de enrabar a tipa e pronto. Emproado, arreptou-lhe :
- Queres tomar no bojo, amiga?-
E ela mandou-o foder. A ele mesmo. Ele insistiu que se colocaria na fila logo a seguir ao ralo suplicante que enriquecia a praia da bufareira com que o confrontava mas a gaja não se compadeceu.
Sem mais nem que , e com uma precisão que Gena Davies não igualaria no arco olímpico, fez a coriácea argola engolir limpamente a túrgida glande ao som de um violino desbregado que não era senão a voz dela. Mas mais não conseguiu entalar.
E já com um aglomerado de pele que lhe saia pelas frinchas entre os dedos que daria para algumas laranjas, já que a pele era senão casca, mas não importaria quanto a gaja ganisse, agora não fugia, pois tomava-lhe uma força exuberante e pátria, como a que acorrilou a Fernanda ribeiro naquele sprint final para o ouro, ele também iria fazer anuir consentâneo la do alto Bartolomeu Dias enquanto rosnava o hino a massacrar aquele intimidante e peristáltico estreito Adamastoriano para que a nesga mais exígua e resiliante fosse tomada de surto às portas pelas quinas dos colhoes acolhendo passagem à nau bravia e baluartica traçando o caminho meitítimo para a índia.
Regozijando-se com o rolar fugaz da historia das suas preferências, o ciroulas Zé aparava uma inquieta peida telúrica – que estava a gostar de pensar que seria uma docazinha berbere ou indiana, tal a exótica tez pronunciada, ainda que nem resquícios de caril ou alecrim - na região abdominal gradualando um prazer parvo na vera essência sodorifera que soprava esparsa da cernácula zona rectal que o nosso amigo libertava aos 4 ventos afastando, como que um hercúleo Egas Moniz, as paredes mestras de uma carnuda e gulosa Lisboa sarracena.
Nestes regabofes quase pueris sistematizaram-se os vislumbres de uma tensa e argolastica anilha, acamando-lhe a ideia de enrabar a tipa e pronto. Emproado, arreptou-lhe :
- Queres tomar no bojo, amiga?-
E ela mandou-o foder. A ele mesmo. Ele insistiu que se colocaria na fila logo a seguir ao ralo suplicante que enriquecia a praia da bufareira com que o confrontava mas a gaja não se compadeceu.
Sem mais nem que , e com uma precisão que Gena Davies não igualaria no arco olímpico, fez a coriácea argola engolir limpamente a túrgida glande ao som de um violino desbregado que não era senão a voz dela. Mas mais não conseguiu entalar.
E já com um aglomerado de pele que lhe saia pelas frinchas entre os dedos que daria para algumas laranjas, já que a pele era senão casca, mas não importaria quanto a gaja ganisse, agora não fugia, pois tomava-lhe uma força exuberante e pátria, como a que acorrilou a Fernanda ribeiro naquele sprint final para o ouro, ele também iria fazer anuir consentâneo la do alto Bartolomeu Dias enquanto rosnava o hino a massacrar aquele intimidante e peristáltico estreito Adamastoriano para que a nesga mais exígua e resiliante fosse tomada de surto às portas pelas quinas dos colhoes acolhendo passagem à nau bravia e baluartica traçando o caminho meitítimo para a índia.
Estórias de um sacripanta
Foram fátuas luzes pirilampas fugitivas aquebrantadas que embrionaram no Ciroulas a suspeita da desidoneidade e despertença das mesmas dando-lhe a força cogital de se localizar fisicamente.
- ‘Aralho.. balha-me son martin, meneia essa bufareira oh baca , já me tou a cochilar.-
E foi cum som abafado que tomou de peso morto as pontas rombas de enraivecido sacro de varicosa peida em pleno tecido conjuntivo pubalgico.
De dor local à diasporica dormência, a maleita envolucrou-lhe as miolezas numa terna ideia:
- Seja, procedamos à canzana.
Esgueirou-lhe à bruta o fémur a centro.
E entrou bem, bem demais, já não tinha o luxo do som do visco & vácuo e o bater das carnes era ténue, seria a dor fresca e inconvalescente que o desanimava, ninguém o afirma, daria a parte de fraco mas de frouxo ainda ia disfarçando, por isso e tanto, não lhe acossou a farta carne da pá a ré com o potencial intangível -e muito, diria o próprio- das suas thrusts.
Inclinou-se para espreitar a chanfana em questão como um experimentado mecânico a correr o olhar por qualquer receptáculo com clandestino vazamento.
Sobressaltou-se ca gaita na botija quando ouviu
- Afinfa-lhe com biolência ‘mor.
E o Zé cerrou os dentes.
Entre gemideiras estridentes – um exagero que lhe alçou o sobrolho, parecendo - não quis arriscar uma voz que receou sumida, temerosa a uma laringitezita ambiciosa que um arfar pretensioso lhe ofertou juntamente com um mau hálito gutural. Quando a robusta moça engoliu para renovar os fluidos bocais ele confessou
- Tas sacripanta hoje, ó lúbrica.
Depressa notou a dislexia , encantou-se com este discernimento preterindo a correcção e deixou-se ficar, c’o avesso das pálpebras já a alojar as luzinhas, com retalhos de caras e musicas em amena circulação.
- ‘odasse já tou a sonhar.
Como estava a moça de quatro não o soube opinar, pelo menos de forma a morar nos pavilhões de eustáquio do ze ciroulas na esperança a serem inteligidos.
Culpou a parca luz, uma xana tão grata, laça e desprendida que, seria –lhe o menir cavernoso marsapial, um atrelado, para a foder em descarrilamento a ver se lhe riscava as paredes.
Forçou em expulsar a pestana, mirou aleatória e concisamente para os veios do quarto, bombeando o discernimento para resquícios de razão entrementes comendo a gaja.
- “ao menos que lhe encha o alguidar de langonha, o convidado traz sempre as beveragens..” – pensou.
Em carcomida penumbra duas avelãs torradas como que em queda, tomaram, à vez os seus olhos. O cabraozito do Zé alargou o raio de visão e relampejou fantasmagórico rosto em que as abelãs eram senão mais nem menos humildes e decrépitos olhos.
A descortinança de andrajosa túnica denunciou que o moribundo e gélido semblante deveria ser duma dessas nossas senhoras- há-as para tudo , nossa senhora da boa viagem, para os viajantes, nossa senhora da praia , para os veraneantes, nossa senhora da caganita, para que tal saia escorreita e luzidia, com personalidade, e de parto fácil- e deixou-se desconfortar.
Para o beato leitor que condene já o Zé à heresia blasfema de ultimo grau, não tenho absolutamente nada a dizer.
Mas o Zé é assim, ímpio numa terra tão católica, com tão mui prezada percentagem de governantes pedófilos e tão lapidado media que labuta diariamente formas diferentes de injectar programas da caquinha de conteúdo cultural nulo destinadas ao tempo de lazer da plebe.
Agnosticismos à parte, para além da macabralidade da imagem, incomodavam-lhe a generalidade dos apontamentos visuais de caras presentes, como que juradas da legitimidade da queca.
Epa, a partir daí so se lembrou de cenas caleidoscopais quando, gelado e destapado, se libertou de um sono que partilhava com uma gordalhufa que salivava copiosamente, para além de um decúbito grotesco. Preocupou um baixo ventre macerado mas depois pirou-se.
- ‘Aralho.. balha-me son martin, meneia essa bufareira oh baca , já me tou a cochilar.-
E foi cum som abafado que tomou de peso morto as pontas rombas de enraivecido sacro de varicosa peida em pleno tecido conjuntivo pubalgico.
De dor local à diasporica dormência, a maleita envolucrou-lhe as miolezas numa terna ideia:
- Seja, procedamos à canzana.
Esgueirou-lhe à bruta o fémur a centro.
E entrou bem, bem demais, já não tinha o luxo do som do visco & vácuo e o bater das carnes era ténue, seria a dor fresca e inconvalescente que o desanimava, ninguém o afirma, daria a parte de fraco mas de frouxo ainda ia disfarçando, por isso e tanto, não lhe acossou a farta carne da pá a ré com o potencial intangível -e muito, diria o próprio- das suas thrusts.
Inclinou-se para espreitar a chanfana em questão como um experimentado mecânico a correr o olhar por qualquer receptáculo com clandestino vazamento.
Sobressaltou-se ca gaita na botija quando ouviu
- Afinfa-lhe com biolência ‘mor.
E o Zé cerrou os dentes.
Entre gemideiras estridentes – um exagero que lhe alçou o sobrolho, parecendo - não quis arriscar uma voz que receou sumida, temerosa a uma laringitezita ambiciosa que um arfar pretensioso lhe ofertou juntamente com um mau hálito gutural. Quando a robusta moça engoliu para renovar os fluidos bocais ele confessou
- Tas sacripanta hoje, ó lúbrica.
Depressa notou a dislexia , encantou-se com este discernimento preterindo a correcção e deixou-se ficar, c’o avesso das pálpebras já a alojar as luzinhas, com retalhos de caras e musicas em amena circulação.
- ‘odasse já tou a sonhar.
Como estava a moça de quatro não o soube opinar, pelo menos de forma a morar nos pavilhões de eustáquio do ze ciroulas na esperança a serem inteligidos.
Culpou a parca luz, uma xana tão grata, laça e desprendida que, seria –lhe o menir cavernoso marsapial, um atrelado, para a foder em descarrilamento a ver se lhe riscava as paredes.
Forçou em expulsar a pestana, mirou aleatória e concisamente para os veios do quarto, bombeando o discernimento para resquícios de razão entrementes comendo a gaja.
- “ao menos que lhe encha o alguidar de langonha, o convidado traz sempre as beveragens..” – pensou.
Em carcomida penumbra duas avelãs torradas como que em queda, tomaram, à vez os seus olhos. O cabraozito do Zé alargou o raio de visão e relampejou fantasmagórico rosto em que as abelãs eram senão mais nem menos humildes e decrépitos olhos.
A descortinança de andrajosa túnica denunciou que o moribundo e gélido semblante deveria ser duma dessas nossas senhoras- há-as para tudo , nossa senhora da boa viagem, para os viajantes, nossa senhora da praia , para os veraneantes, nossa senhora da caganita, para que tal saia escorreita e luzidia, com personalidade, e de parto fácil- e deixou-se desconfortar.
Para o beato leitor que condene já o Zé à heresia blasfema de ultimo grau, não tenho absolutamente nada a dizer.
Mas o Zé é assim, ímpio numa terra tão católica, com tão mui prezada percentagem de governantes pedófilos e tão lapidado media que labuta diariamente formas diferentes de injectar programas da caquinha de conteúdo cultural nulo destinadas ao tempo de lazer da plebe.
Agnosticismos à parte, para além da macabralidade da imagem, incomodavam-lhe a generalidade dos apontamentos visuais de caras presentes, como que juradas da legitimidade da queca.
Epa, a partir daí so se lembrou de cenas caleidoscopais quando, gelado e destapado, se libertou de um sono que partilhava com uma gordalhufa que salivava copiosamente, para além de um decúbito grotesco. Preocupou um baixo ventre macerado mas depois pirou-se.
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